Concurso TRT/SC: edital publicado!

Concurso TRT SC 2013Foi publicado, no Diário Oficial do TRT/SC, edital para concurso público do TRT/SC (12ª Região), organizado pela Fundação Carlos Chagas – FCC.

O concurso público TRT/SC 2013 destina-se ao provimento de vagas imediatas, conforme relação abaixo:

Cargo

Formação

Vagas –
Ampla Concorrência

Remuneração Inicial

Analista Judiciário

Superior em
diversas áreas

57

até R$ 9.228,70

Técnico Judiciário

Nível médio

24

R$ 4.635,03

As inscrições serão de 21/05 à 13/06 e as provas objetiva e discursiva estão previstas para o dia 21 de julho.

Para os interessados nas vagas de técnico, o foco será rever conteúdos como: Língua Portuguesa, Matemática, Raciocínio Lógico, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Administração Pública, Gestão Pública, Orçamento Público, Finanças, Direito do Trabalho, Processo do Trabalho, Processo Civil, Regimento Interno do TRT e Redação.

Já para os aspirantes ao cargo de Analista Judiciário, os conteúdos gerais, além dos específicos para cada área de formação, serão: Língua Portuguesa, Regimento Interno do TRT e Redação.

Confira abaixo o edital do concurso público do TRT/SC 2013:

Edital Concurso Público TRT/SC 2013

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Concurso Oficial dos Bombeiros/ SC 2013: edital próximo!

Concurso Público CFO SC 2013Segundo fontes seguras, o concurso público CFO – Oficial dos Bombeiros 2013 em Santa Catarina (SC) está próximo da abertura e com banca organizadora já definida: Objetiva Concursos. Desse modo, há previsão de um novo edital ainda para este mês de maio.

No último concurso público CFO SC, realizado em 2012, a prova objetiva era composta de: Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Química, Física, Matemática, Raciocínio Lógico, Administração Pública e prova de capacidade física.

Relevante lembrar que a remuneração de R$ 8.348,13 e o sonho de ingressar na carreira devem atrair um número elevado de candidatos. Até porque a exigência para o cargo é de nível superior, porém em qualquer área de formação. Assim, uma preparação aprofundada e com antecedência será o grande diferencial para este concurso!

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TRT/SC – concurso muito próximo

O concurso público do TRT/SC 2013 está cada vez mais próximo da publicação. Com a Fundação Carlos Chagas – FCC – já definida como banca organizadora para o concurso público, a abertura é iminente.

Conforme notícia já publicada anteriormente no blog do Rico Domingues Concursos, há previsão de vagas para nível médio e superior. No último concurso TRT/SC, em 2010, foram destinadas 07 vagas para nível médio e nomeados mais de 150 candidatos!

Antecipe seus estudos e saia na frente! Faça como alguns de nossos alunos aprovados no último concurso público do TRT/SC 2010, Confira:

- João Carlos Hoepers, 17º lugar (com nota 95 na redação): Um dos diferenciais para minha preparação foi ter feito, a cada 15 dias, simulados no Rico Domingues, nos mesmos moldes do concurso. O outro foi o laboratório de redação oferecido pelo curso, pois eu não escrevia há muito tempo e pude novamente “pegar o jeito” de escrever.”

- Bruno Ferreira Nobre, 30º lugar: “Além da qualidade e motivação dos professores, tenho certeza que o curso avançadão me colocou entre os primeiros.”

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Questão Desafio: Português (Facebook – 21/04)

(FEPESE/Secretaria Estadual da Fazenda-SC/Auditor Fiscal/2010) Assinale a alternativa que apresenta dois verbos defectivos, isto é, aqueles que não possuem a conjugação completa, não podendo ser usados em certos modos, tempos ou pessoas.

A) comer – puir

B) falir – adequar

C) abolir – chorar

D) extorquir – matar

E) acontecer – dormir

Resposta: B

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

VERBOS DEFECTIVOS - Quando não apresenta a conjugação completa. São eles:
 abolir, aturdir, banir, bramir, carpir, colorir, demolir, emergir, imergir, exaurir, puir, retorquir, ungir, combalir, falir, delinqüir, foragir-se, adequar.
verbo computar: não possui as três primeiras pessoas do presente do indicativo e dos tempo derivados dele.
verbo precaver: conjuga-se nas formas arrizotônicas (a sílaba tônica não cai no radical. Exemplo: Não nos precavemos do perigo.
verbos que indicam fenômenos naturais (chover, trovejar)
 verbo haver: este verbo usado como principal – no sentido de tempo decorrido e no sentido de “existir” – assim como os demais verbos impessoais, só possuem a conjugação na 3ª pessoa (singular). Salvo quando são usados em sentido figurado.
 verbo reaver: só é conjugado quando o verbo HAVER (primitivo) conservar a letra V em suas formas.

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Questão Desafio: Português (Facebook – 17/04)

(AOCP/BRDE/Assistente Administrativo/2012)

Os quadrinhos podem destruir a literatura
Luís Antônio Giron

Observo um fato cada vez mais frequente: o desprezo dos jovens por certas obras literárias, sobretudo as adotadas nas escolas e exigidas no vestibular. Os estudantes já não têm paciência para lidar com Iracema, de José de Alencar, Dom Casmurro, de Machado de Assis, O Ateneu, de Raul Pompeia, e nem mesmo conseguem tirar proveito das humorísticas Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida. Eles tratam os títulos que acabei de citar com uma falta absoluta de respeito – pior, uma falta de noção de respeito. Não entendem a grandeza desses e outros grandes romances do passado. Os professores, por seu turno, não parecem fazer questão de transmitir um entusiasmo literário que eles próprios não possuem. Os professores jogaram a toalha. Aí tudo se torna rotineiro e entediante como uma lição de casa que não pode ser executada. Quanto mais são obrigados a ler, mais os jovens repudiam os livros. Eles já não veem sentido no ato da leitura, até porque são encorajados pelos mais velhos a se valer da internet, dos videogames e da televisão, em detrimento dos meios tradicionais.

A frase “Os professores jogaram a toalha.” (1.º parágrafo) apresenta uma expressão empregada:

(A) em sentido próprio e significa que, na luta contra a preguiça dos alunos, eles desistiram de sua tarefa.

(B) metaforicamente e significa que os professores desistiram de transmitir entusiasmo literário aos alunos.

(C) metonimicamente e significa que, no ringue de luta entre alunos e professores, estes desistiram de lutar.

(D) em sentido próprio e indica pontualmente a angústia dos professores frente ao descaso dos alunos.

(E) em sentido próprio e indica que os professores não conseguiram entusiasmar os alunos nas leituras.

Resposta: B

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

A expressão “jogar a toalha” é de sentido figurado/conotativo. Como há a linguagem figurada, há também a presença de uma figura de linguagem que é a metáfora. Ocorre metáfora quando um termo ou expressão substitui outro através de uma relação de semelhança resultante da subjetividade de quem a cria. A metáfora também pode ser entendida como uma comparação abreviada, em que o conectivo não está expresso, mas subentendido. Também chamada de analogia.

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Questão Desafio: Português (Facebook – 13/04)

(FEPESE/Pref. De Palhoça/Auditor Interno/2011) O tratamento da obesidade deve ser individualizado e feito com bom-senso. Existem vários caminhos para atingirmos bons resultados (nutrição, atividade física, suplementos minerais, vitamínicos e fitoterápicos), mas não podemos deixar de lado o papel que os anoxerígenos têm no controle desse mal. Melhor seria controlá-los para que associações e doses inadequadas não fossem prescritas, resguardando a saúde dos pacientes

Fábio César dos Santos, Presid. da Assoc. Méd. Brasil. De Ortomolecular. In Leitor. Veja, 2 mar. 2011, p. 34.

Assinale a alternativa correta:

A) O emprego da vírgula, depois dos parênteses, é opcional.

B) Em “para atingirmos bons resultados” há uma oração subordinada adjetiva explicativa.

C) As vírgulas, em “nutrição, atividade física, suplementos minerais, vitamínicos e fitoterápicos”, separam apostos.

D) Os parênteses em “(nutrição, atividade física, suplementos minerais, vitamínicos e fitoterápicos)”, intercalam uma explicação.

E) Em “mas não podemos” a palavra sublinhada introduz uma oração coordenada sindética aditiva.

Resposta: D

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

a) Errada. É obrigatória a vírgula antes do conectivo MAS.

b) Errada. É oração subordinada adverbial final – reduzida de infinitivo

c) Errada. Separam enumerações.

d) Correta. É uma explicação dos “bons resultados”

e) Errada. Oração coordenada sindética adversativa

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Questão Desafio: Português (Facebook – 12/04)

(FEPESE/COMCAP/Téc. Adm/2012) “Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem; caso contrário, os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira como os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.”

Arnaldo Jabor, adapt.

Assinale a alternativa correta.

a) Em “Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada” a expressão sublinhada equivale a pois.

b) A expressão “acontece por empatia” com¬preende a capacidade de se idealizar outra pessoa.

c) O ponto e vírgula da primeira linha pode ser substituído por parênteses, sem prejuízo para a estrutura da frase em que se encontra.

d) A expressão “caso contrário” pode ser substitu¬ída por mas, sem prejuízo para a compreensão da frase em que se encontra.

e) Em “O verdadeiro amor acontece por empa¬tia, por magnetismo, por conjunção estelar.” / “Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.” as vírgulas separam elementos de mesma função sintática.

Resposta: E

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

Cuidado com esta questão. Muitos concursandos imaginaram estar certa a alternativa (a), entretanto não está. A expressão sublinhada não pode ser substituída por “pois”. Isso mostra claramente que o candidato tem de ir além da máxima “porque junto ocorre quando é possível substituir por pois”. Ele deve tomar cuidado com a “decoreba” descontextualizada.
Cada vez mais as bancas de concursos buscam candidatos que saibam fazer a leitura do contexto e não aqueles que simplesmente querem “macetes” que nem sempre se justificam. Cabe, portanto, alertar que língua portuguesa não é matéria exata e nem sempre macetes resolvem a questão. Neste caso, quem automatizou que todo PORQUE “JUNTO” pode ser trocado por POIS, neste caso, pode ter considerado o item certo.
Bastaria tentar ler a frase e tentar substituir por POIS e o candidato veria que não seria possível. Mas, então, você pensaria: “Ah! Então o porquê neste caso está errado? Deveria ser escrito de outra forma? Não! Apenas não pode ser trocado por POIS, mas pode ser trocado por outros conectivos equivalentes ao POIS. Na verdade é conjunção causal e não explicativa. Veja:

a) “Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada”
Paráfrase:
“Ninguém ama outra pessoa por ela ser educada”
Dadas as considerações acima, vale lembrar que a conjunção PORQUE pode ser explicativa (=POIS) ou causal ( POR/ UMA VEZ QUE/ JÁ QUE). Levando em consideração esta noção mais ampla da conjunção PORQUE, percebe-se que a alternativa (a) está, sim, ERRADA já que não pode ser substituída por POIS, mas não que sua grafia esteja errada.

b) Questão de vocabulário. Veja definição de “empatia”:
Empatia: Experiência pela qual uma pessoa se identifica com outra, tendendo a compreender o que ela pensa e a sentir o que ela sente, ainda que nenhum dos dois o expressem de modo explícito ou objetivo.
Portanto, não é o mesmo que “idealizar” uma pessoa.

c) Questão de pontuação bastante simples. Não é possível substituir (;) por parênteses.

d) Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem; MAS (?), os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.
Uma boa troca seria por SENÃO (junto, equivalente a DO CONTRÁRIO):
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem; SENÃO, os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.

e) CERTA. Note que o paralelismo das preposições ajuda a perceber essa função da vírgula – enumerar elementos de mesmo função sintática (adjuntos adverbiais de causa):
“(…) acontece por empa¬tia, por… , por …” / “Ama-se pelo …, pelo …, pela …, ou pelo ….”

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Questão Desafio: Português (Facebook – 10/04)

(FEPESE/CELESC/Advogado/2011) “Quando se fala em qualificação profissional, a primeira ideia que vem à cabeça da maioria das pessoas é a preparação para que os trabalhadores passem a lidar com máquinas tecnologicamente cada vez mais sofisticadas. Mas sindicados, empresas e governo estão preocupados não só com esse tipo de formação para os trabalhadores, mas com o uso de uma ferramenta antiga e aparentemente muito mais simples: a linguagem.

A mudança no perfil laboral torna cada vez mais importante que um profissional, mesmo em atividades de baixa complexidade, tenha capacidade de compreender com clareza as instruções que recebe, transmitir suas experiências aos colegas e relatar aos seus superiores hierárquicos as situações que enfrenta.

Geralmente, numa situação de altos índices de desemprego os trabalhadores sentem necessidade de aprimorar a sua formação para obter um posto de trabalho. As empresas buscam os mais qualificados em cada categoria e excluem os que não se encaixam no perfil pretendido.”

Leonardo Fuhrmann: No canteiro de obras (adapt.). In: Língua portuguesa, São Paulo: Editora Segmento, outubro de 2011, p. 23.21.

Assinale a alternativa correta, em relação ao texto.

A) Em “que recebe” (2º parágrafo) o termo sublinhado é uma conjunção coordenada.

B) Em “aprimorar a sua formação” a presença do artigo é essencial à compreensão da frase em que a expressão se encontra.

C) Em “perfil laboral” e “superiores hierárquicos” (2º parágrafo), os adjetivos atuam como objeto direto.

D) Em “mesmo em atividades de baixa complexidade” o termo sublinhado corresponde a um pronome indefinido.

E) Em “os mais qualificados… os que não se encaixam” (3º parágrafo), os termos sublinhados correspondem a pronomes demonstrativos e remetem a os trabalhadores.

Resposta: E

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

a) Errada. É pronome relativo (= as quais)

b) Errada. Artigos, numerais, interjeições, adjetivos não são essenciais à compreensão da frase. Tanto é verdade que tais classes de palavras exercem funções sintáticas acessórias na oração (adjuntos adnominais, por exemplo).

c) Errada. O núcleo de um objeto direto costuma ser um substantivo ou palavra substantivada. Não é o caso dos dois termos que são adjetivos. Exercem, portanto, função de adjuntos adnominais.

d) Errada. Seria possível em outros contextos esta palavra ser pronome reflexivo, por exemplo: Ele mesmo fez isso. Mas neste caso equivale a “até”, “e também”. A função é de conetivo aditivo.

e) CERTA! Item importante, pois faz o candidato pensar para além dos tradicionais pronomes de demonstrativos: este(a)/isto/esse(a)/isso/aquele(a)/aquilo. Tanto “o” quanto “a” passam a ser pronomes demonstrativos quando podem ser substituídos pelos demonstrativos acima referidos. Veja substituição: “aqueles mais qualificados… aqueles que não se encaixam”

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Questão Desafio: Português (Facebook – 09/04)

(CESGRANRIO/CAIXA/Técnico Bancário/2012) O sinal indicativo de crase está adequadamente usado em:

(A) Os pesquisadores dedicaram um estudo sobre games à um conjunto de pessoas idosas.

(B) Daqui à alguns anos, os pesquisadores pretendem verificar por que os games são viciantes para os jovens.

(C) Muitos dos idosos pesquisados obtiveram resultados positivos e passaram à se comportar de nova maneira.

(D) A escolha de um determinado game se deveu à preocupação dos pesquisadores com as características que tal jogo apresentava.

(E) Os estudos dos efeitos dos jogos eletrônicos sobre os idosos vêm sendo realizados à vários anos.

Resposta: D

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

A) Errada. “Quem se dedica, dedica-se a”. Certa a presença de preposição “a”, mas não há crase, pois não há artigo definido “a” e sim artigo indefinido masculino “um”.

B) Errada. Certa a presença de preposição “a” após “daqui a” – com ideias de futuro, mas não há crase, pois não há artigo definido “a” em virtude da presença do pronome indefinido “ALGUNS”.

C) Errada. Certa a presença de preposição “a” após o verbo “passar”, mas não há crase diante de verbo.

D) Certa!

E) Errada. Não há nem preposição “A” nem artigo ”A”. Neste caso deveria ser colocado o verbo “HAVER” no sentido de tempo decorrido. Veja como fica após a correção: “…sendo realizados há/faz vários anos.”

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Questão Desafio: Português (Facebook – 05/04)

(FCC/TRE-AM/Analista Judiciário/2011) A alternativa que apresenta frase correta é:

(A) − Senhor Ministro, peço sua licença para advertir que Vossa Excelência se equivocais no julgamento dessa lei tão polêmica.
(B) Seus companheiros, até os recém-contratados, não lhe atribuem nenhum deslize e creem que esse é mais um injusto empecilho entre tantos com que ele já se defrontou.
(C) Se eles não satisfazerem todas as exigências, não se têm como contratá-los sem enveredar pelo caminho da irregularidade.
(D) O traumático episódio gerou grande ansiedade, excitação desmedida que lhe fez xingar e investir contra a pessoa mais cumpridora com seus deveres.
(E) Caso ele venha a se opor, será uma compulsão a que ninguém deve compartilhar, sob perigo de todos os envolvidos se virem em situação de risco na empresa.

Resposta: B

Comentários da professora Mercedes Bonorino:

a) Pronomes de tratamento equivalem a pronomes de 3ª pessoa. Assim, o verbo e demais pronomes devem concordar na 3ª pessoa. Na alternativa (A) o pronome possessivo SUA está bem empregado. Além disso, o uso de Vossa Excelência (e não Sua Excelência) também está adequado já que ocorre um diálogo com a autoridade. Lembrando:
O uso do vocativo “Senhor Ministro,” também está de acordo com o que prevê o Manual de Redação da Presidência da República:
O único erro ocorreu na conjugação do verbo “equivocar” que está conjugado na 2ª pessoa do plural (VÓS) de forma errada. O correto seria a 3ª pessoa do singular como mostra a versão corrigida abaixo:
Senhor Ministro, peço sua licença para advertir que Vossa Excelência se equivoca no julgamento dessa lei tão polêmica.

b) CERTA!

c) ERRADA. Erro na conjugação do verbo SATISFAZER e na concordância do verbo TER.
Se eles não satisfizerem todas as exigências, não se tem como contratá-los sem enveredar pelo caminho da irregularidade.
O verbo TER fica no singular, pois o sujeito é indeterminado. Isso ocorre pela presença do SE (índice de indeterminação do sujeito) diante de verbo VTI ou VI.

d) ERRADA. Uso dos pronomes oblíquos. ‘Xingar” é verbo transitivo direto, logo o pronome oblíquo adequado deve ser: -o(s)/-a(s) e suas variantes fonéticas –lo(s)/la(s)/-no(s)/-na(s).
O traumático episódio gerou grande ansiedade, excitação desmedida que o fez xingar e investir contra a pessoa mais cumpridora com seus deveres.

e) ERRADA. Regência com pronome relativo: quem compartilha, compartilha COM alguém. Veja correção:
Caso ele venha a se opor, será uma compulsão com que/com a qual ninguém deve compartilhar, sob perigo de todos os envolvidos se virem em situação de risco na empresa.

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